terça-feira, 18 de agosto de 2009

UM NOVO TESTE PARA AVALIAR SEU INGLÊS

Conheça o ITEP - International Test of English Proficiency

Esse é um novo teste de proficiência em inglês que avalia a capacidade do aluno em ler, escrever, ouvir e falar inglês. Veja mais descrições em www.bostoneducational.com e fale comigo caso precise esclarecer suas dúvidas.

Viajar para aprender Inglês depois dos 30

MATÉRIA DA REVISTA ÉPOCA - edição 09/08/2009

Antes voltados aos adolescentes, os cursos no exterior conquistam adultos e a terceira idade
Rodrigo Turrer

EMPOLGADA
Valtívia Drebes, com sua mala de viagem favorita. “O próximo intercâmbio será na Austrália.” Demorou mais de 15 anos para que Valtívia Drebes decidisse fazer um intercâmbio novamente. Aos 60 anos. Em 1994, ela fez o primeiro, para aprender francês em Paris por 15 dias. No ano passado, o segundo, para melhorar o inglês enferrujado em Vancouver, no Canadá. “Eu sempre viajei muito a passeio, mas quis o intercâmbio para aliar o aprendizado do idioma ao turismo. Fiz até trilha”, diz Valtívia. Ela é um bom exemplo de uma mudança no perfil do brasileiro que participa de intercâmbios.
Antes voltados só para adolescentes, esses programas de aprendizado no exterior – que tomaram o nome genérico de intercâmbio, embora sejam apenas os bons e velhos cursos – começam a atrair adultos acima dos 30 anos em busca de idiomas, oportunidades de emprego e aprendizagem cultural. Entre 2007 e 2008, o número de brasileiros com mais de 30 anos que estudaram fora do país cresceu 30%, segundo estimativas das empresas de intercâmbio. “Nossos clientes estão envelhecendo”, diz Santuza Bicalho, diretora executiva do Student Travel Bureau (STB), uma das principais agências de intercâmbio do país. “Os maiores de 30 querem aproveitar as férias, de um mês no máximo, para lapidar o idioma e combinar com atividades culturais ou de lazer.”

Foi o caso da arquiteta Silvia Regina Teixeira, de 37 anos, que passou dois meses em Paris. Ela montou um programa que aliava o curso de idioma com atividades culturais e de lazer. “Fiz amizades, saía à noite”, diz Silvia, que gostou do intercâmbio tardio. “Eu tinha uma bagagem cultural maior e aproveitei melhor. Aprendi mais que em um ano do curso normal de línguas no Brasil.”

Há também intercâmbios voltados apenas para a terceira idade. É possível encontrar desde programas voltados apenas a grupos de maiores de 50 até àqueles com faixa etária misturada, como o escolhido por Valtívia. “Foi enriquecedor ficar entre jovens. Já estou planejando o próximo, para a Austrália”, diz ela.

Em todos os casos, não é preciso ter conhecimento prévio do idioma. Os programas são flexíveis, montados de acordo com o perfil da pessoa. Os cursos mais procurados costumam ser os de imersão, com duração de até um mês, indicados a profissionais que querem aproveitar as férias para estudar. Há aulas diárias, em grupo, e é possível ter aulas particulares. Há cursos voltados para executivos e para profissões específicas, como medicina, Direito, administração, engenharia. Quem achar o mergulho linguístico enfadonho pode aliar opções culturais às de lazer. Há visitas guiadas a museus, aulas de culinária, cursos de vinho, programas esportivos, viagens a cidades e países próximos. Opções que, claro, encarecem os pacotes-padrão. “Com R$ 5 mil, a pessoa faz um curso completo, com acomodação e passagem aérea, e pode financiar isso de várias maneiras”, diz Santuza Bicalho, da STB.


OPÇÕES VARIADAS
O administrador Balu (acima), em seu local de trabalho, e Silvia Teixeira (abaixo), com a mala pronta em seu apartamento. Ele planejou a viagem sozinho. Ela optou por uma agência. Ambos gostaram do intercâmbio tardioUm dos dilemas dos intercambistas adultos é onde ficar. O aluguel de apartamento ou estada em hotel são opções comuns para os que preferem a privacidade. O problema é o custo, em geral US$ 1.000 a US$ 2 mil mais caro que ficar numa casa de família. Além de baratear o intercâmbio, as casas de família permitem contato maior com a cultura e o idioma. “Alugar apartamento significa passar mais tempo sozinho”, diz Maura Leão, presidente da Belta, associação que reúne as principais empresas de intercâmbio do país. “Numa casa de família você aprende coisas do dia a dia, desenvolve a riqueza de vocabulário.” Para quem teme morar com desconhecidos, os organizadores dizem que as casas de família são profissionalizadas, ligadas a escolas e universidades, passam por avaliações e são preparadas para receber pessoas de qualquer faixa etária. Se ainda assim houver problemas, o estudante pode ser removido para um hotel.

O mais importante é o interessado ter em mente o que deseja. “Para garantir a satisfação, a pessoa precisa definir expectativas e dizer o que pretende aprender e quanto tempo tem”, afirma Maura Leão. Estar aberto a novas experiências culturais também é decisivo, diz Maura: “A pessoa vai comer comidas diferentes, mudar de clima, falar outra língua, lidar com estranhos”. Por isso, é preciso planejar o intercâmbio com antecedência. Quanto mais tempo antes, maior a variedade dos cursos – e menor o preço. “Dá para financiar em mais vezes e aproveitar promoções de passagens”, diz Tereza Fulfaro, diretora de cursos da agência Central de Intercâmbios. O ideal é uma antecedência de dois meses – principalmente para países que exigem visto, como os Estados Unidos.

Também é possível montar o intercâmbio sozinho, sem ajuda de agências. O administrador esportivo Danilo Balu, de 31 anos, fez isso. Ao se formar, em 2007, quis fazer um curso de inglês voltado para o comércio. Planejou a viagem à Irlanda por três meses. Pela internet entrou em contato com universidades, descobriu o curso, encontrou uma casa para alugar. Em abril do ano passado embarcou, para voltar em maio deste ano. “Queria viajar sozinho, por minha conta, para ter essa sensação de descobrir a língua, a cultura, vivenciar as dificuldades”, diz Balu. “Ir sozinho é difícil, é preciso ser independente.” Maura Leão concorda com a dificuldade e reforça que o intercâmbio por agências é ideal para quem não consegue se virar tão bem sozinho. “É bom pagar um pouco mais para ter orientação e ter a quem recorrer no caso de um sufoco.”



domingo, 26 de julho de 2009

PREPARING FOR THE TOEFL

AÍ VAI A DICA DE COMO RESPONDER ALGUMAS DAS QUESTÕES DE SPEAKING DO IBT TOEFL.

quinta-feira, 9 de julho de 2009

Michael Jackson

Não podemos negar que Michael Jackson marcou a vida de muitas pessoas com suas músicas, seus atos, suas transformações, etc...

E para marcar e relembrar esse momento, aqui vai a letra da música mais marcante do astro, "We are the world".

There comes a time when we heed a certain call
When the world must come together as one.
There are people dying and it's time to lend a hand
To life - the greatest giff of all.

We can't go on pretending day by day
That someone somewhere will soon make a change.
We are all a part of God's great big family
And the trut, you know, love is all we need.

We are the world
We are the children
We are the ones who make a brighter day
So let's start giving.
There's a choice we're making
We're saving our own lives.
It's trueWell make a better day
Just you and me.

Well, send them your heart
So they'll know that someone cares
And their lives will be stronger and free.
As God has shown us by turning stone to bread
And so we all must lend a helping hand.

REFRAIN


WATCH THE VIDEO:

sábado, 7 de março de 2009

Saiu na VEJA 04/03/2009

Saiu na Veja dessa semana, um artigo falando sobre as necessidades de saber se comunicar em inglês. O que é ser fluente em inglês? Como sabemos se alguém é fluente ou não??? Precisa saber gramática direitinho para ser fluente no idioma? O que fazer para ser fluente? Como estudar: aulas em escolas, ou particulares? Por que?

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

O que é ser um bom professor de inglês?

Para você, o que é ser um bom professor de inglês? Quais as qualidades que mais te influenciariam na escolha de um curso/escola/professor particular de inglês? Por que?

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

Como se diz ....?

Apesar dos fatos atuais, ninguém me perguntou hoje "ô teacher, como se fala "favela" em inglês, para se referir aos caos ocorrido na favela Paraisópolis.
Para os que não sabem "favela" é SLUM ou SLUMS, mas tem gente que acha que SHANTYTOWN também pode. Não, SHANTYTOWN é tipo CORTIÇO, não é uma favela organizada com casas de madeira, etc...
Right???

Exames de proficiência

Para que servem os exames de proficiência em inglês?
Às vezes os alunos vem com essa pergunta, e a única resposta que eu consigo dar é "para medir seu conhecimento de inglês".
Hoje há várias maneiras de se medir o conhecimento de uma pessoa de inglês, e várias universidades americanas exigem, por exemplo, uma certa pontuação no TOEFL; até aqui no Brasil algumas universidades exigem que o aluno comprove seu conhecimento de inglês através do TOEFL.
Vamos comentar sobre outros exames???

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

Como dizer "estou indo / estou chegando" em inglês??

Hoje um aluno me perguntou como que ele poderia dizer "estou indo / estou chegando" em inglês. Ao contrário do que muitos pensam ao traduzir do inglês para o português ao pé da letra, você nunca deve dizer "I'm going", mas sim "I'm coming" e isso foi uma coisa inesquecível que aprendi quando estava nos Estados Unidos com minha mãe, e estávamos esperando um motorista vir nos pegar para fazer compras num "outlet". Ao chegar, o porteiro do prédio nos chamou e disse "The driver is here (O motorista está aqui!)" A minha única resposta imediata foi "Thanks, we're going"..... Quando desliguei com o porteiro, a minha mãe veio me corrigir, dizendo que não se pode usar esse tipo de tradução ao pé da letra quando queremos dizer "já estamos indo". Nunca mais esqueci.... e você, qual foi a experiência inesquecível em inglês que você já teve?

As dúvidas mais comuns em inglês

Para um professor, nem sempre há tantas dúvidas, certo? Errado!!! Professor também foi aluno, e continua sendo ao longo de sua carreira. Ainda que isso seja inadmissível para muitos, eu gostaria de abrir espaço para algumas dúvidas mais comuns de vários alunos, e .....alunos, por favor, postem suas dúvidas para que comecemos a fazer um grande blog.

Por que ainda há pessoas que relutam para começar a estudar inglês?

Por incrível que pareça, o mercado a cada dia exige que o profissional tenha , ainda que mínimo, conhecimento em inglês. Ainda assim, há inúmeras pessoas que dizem não gostar de aprender inglês, ou porque demora muito, ou porque teve experiências desagradáveis no passado, entre várias outras respostas. Neste tópico, eu gostaria de saber a opinião de vocês com relação a isso!